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Encontrar onde carregar um carro elétrico em Portugal já não é o principal problema: a rede pública MOBI.E tem mais de 17.000 pontos de carregamento. Para uma empresa, as dificuldades estão noutros aspetos: saber onde e quem carregou, quanto gastou e receber uma fatura que permita deduzir o IVA.
E a frota elétrica está a crescer depressa. Em setembro, 47,7% dos ligeiros de passageiros novos matriculados em Portugal eram 100% elétricos, e 29% desde o início do ano (Forbes Portugal, com dados da ACAP e Observatório UVE).
Nos cartões de carregamento da Radius, a eletricidade fornecida duplicou entre agosto de 2025 e agosto de 2026.
É para isto que serve um cartão de carregamento elétrico. Os condutores carregam com um único cartão em quase toda a rede pública e as equipas de frota e de finanças recebem registos claros e uma fatura consolidada. Neste artigo explicamos como funciona, o que mudou com a nova lei e o que uma empresa deve exigir antes de escolher um cartão adequado às suas necessidades.
Um cartão de carregamento elétrico é um cartão físico que inicia e termina uma sessão num ponto de carregamento público compatível. Está associado a uma conta empresarial, pelo que a empresa é faturada e o condutor não paga do próprio bolso.
Em Portugal, o acesso à rede pública Mobi.e permite que, com um único cartão, o condutor possa carregar na grande maioria dos pontos de carregamento, mesmo que de operadores diferentes. No fim de setembro de 2026, a rede contava com cerca de 17.000 pontos de carregamento, mais de 40% com carregamento rápido ou ultrarrápido (dados MOBI.E, via Pela Estrada Fora).
O cartão Radius One foi criado para empresas e frotas mistas. Com um único cartão, permite carregar veículos elétricos em toda a rede pública MOBI.E e abastecer em mais de 520 postos Prio, Moeve e Shell. No Radius e-route, os condutores veem o estado e a disponibilidade dos pontos em tempo real, com filtros por velocidade de carregamento e tipo de conector.
RFID significa identificação por radiofrequência. O chip do cartão comunica com o leitor RFID do posto. O cartão não guarda dinheiro: identifica a conta empresarial associada para autorizar a sessão. O leitor RFID nem sempre é o mesmo terminal onde se encosta um cartão bancário. Em caso de dúvida, siga as instruções no ecrã do posto.

1. A empresa abre conta e atribui cartões a condutores ou a viaturas.
2. O condutor aproxima o cartão do leitor e o operador do posto valida a sessão.
3. O posto regista local, hora, energia fornecida e custo, e a transação entra na conta da empresa.
4. A equipa de frota acompanha tudo no Radius Velocity e recebe uma fatura semanal consolidada, com combustível e carregamentos.
1. Encontre um ponto no Radius e-route e confirme a potência e o tipo de conector.
2. Estacione e leia as instruções do posto.
3. Ligue o cabo antes ou depois de passar o cartão, conforme o equipamento.
4. Aproxime o cartão do leitor RFID e aguarde a autorização.
5. Confirme no ecrã que o carregamento começou.
6. Para terminar, volte a aproximar o cartão ou siga os passos no ecrã, e desligue o cabo.


O pagamento com um cartão bancário nem sempre está disponível nos postos de carregamento e por norma está sujeito a tarifas diferentes. Para uma frota, o desafio vai além do pagamento. Um cartão emrpesarial é especialmente útil quando os colaboradores carregam fora das instalações, usam a rede pública com regularidade ou apresentam despesas, e quando a empresa precisa de informação centralizada.
O mercado elétrico português é sobretudo empresarial. Em 2024, 87% das vendas de veículos 100% elétricos foram para empresas, segundo o Observatório da Mobilidade Elétrica da UVE. A própria associação considera irrealista que as empresas entreguem cartões bancários aos colaboradores para carregar viaturas de serviço (UVE, novembro de 2025).
Há também uma razão fiscal. O IVA da eletricidade usada em viaturas elétricas e híbridas plug-in é dedutível, desde que exista fatura em nome da empresa (AT, informação vinculativa 26763). Uma fatura semanal consolidada cumpre este requisito sem esforço; dezenas de pagamentos com cartões pessoais tornam-no difícil.
"Numa frota elétrica ou mista em crescimento, o valor do Radius One vai além de iniciar uma sessão. Oferece aos condutores uma forma uniforme de aceder a pontos públicos compatíveis e ajuda os gestores a reunir carregamentos, combustível e transações num único processo. Esta visibilidade facilita o controlo de custos, reduz os reembolsos e apoia a próxima fase da eletrificação." — Matt Kirby, Managing Director for EV, Radius

No Radius Velocity, incluído em todas as contas, os utilizadores autorizados podem:
Com os sistemas de localização GPS da Radius, os mesmos dados ajudam a identificar as viaturas que compensa eletrificar a seguir.

O Radius One reúne carregamento público e combustível num cartão empresarial seguro. Os condutores obtêm ampla cobertura e as equipas gerem cartões, transações e faturas no Radius Velocity.